Empresas Familiares: Dicas Para A Sucessão Empresarial
Extraído do Portal RH - Set 2010 - 16:01 h
Segundo especialista, filhos de grandes empresários não devem ser confundidos com sucessores de altos cargos por critério de “herança”
SÃO PAULO - Cerca de 81% das empresas brasileiras controladas por familiares não têm um planejamento de sucessão para cargos de alto escalão. De acordo com Pedro Adachi, responsável pelo levantamento e diretor da Societàs Consultoria - especializada em assessorar empresas familiares -, os herdeiros do negócio acabam se confundindo com um sucessor em potencial, muitas vezes sem aptidão para o cargo.
“O herdeiro não necessariamente vai ser sucessor, embora certamente se torne um futuro sócio. Nada impede que um gestor dê sequência a alguém que deixa a empresa”, explica Adachi. A escolha de uma pessoa para conduzir os negócios não está relacionada à proximidade de um membro da família e deve passar pelos processos convencionais.
“A transição da gestão deve ser planejada e as regras são as mesmas que as utilizadas para selecionar qualquer funcionário. É necessário definir o perfil do cargo e ir atrás de algum profissional”, alerta o diretor.
Nos casos de companhias com gerentes familiares, é importante haver um consenso de que sucessão é a transferência do cargo para outra pessoa, da família ou não, que esteja apta para exercer as devidas funções. Desta forma, a decisão de contratar uma pessoa relacionada não precisa ser exclusa se a empresa estiver preparada para alocar corretamente este colaborador e prepará-lo.
O grupo de siderúrgico Gerdau é um dos exemplos bem-sucedidos de processos sucessórios em empresas familiares do Brasil. A decisão pelo candidato ideal segue um protocolo rigoroso: para a escolha do atual presidente da companhia, André Gerdau Johannpeter, foi necessária uma triagem de seis anos de duração, envolvendo cursos e treinamentos.
De acordo com matéria publicada no Portal Exame, em 09 de março de 2006, a sucessão que já era preparada desde 1983 só foi iniciada em 2000, teve auxílio de cinco consultorias internacionais (McKinsey, Egon Zehnder, Russell Reynolds, Jon Martínez e John Davis) e contou com 20 candidatos à vaga, dentre os quais apenas três eram da família.
“A pessoa deve estar capacitada para a profissão, além de conhecer a empresas e suas estratégias. A companhia familiar não deve se reter a uma gestão profissional, porque exige preparação e preocupação com a carreira que o herdeiro vai seguir”, explica Adachi, a respeito da necessidade de alocar o profissional em um cargo que esteja de acordo com o perfil dele.
A imagem de empresas familiares é de que são negócios pequenos, embora isso não se configure de maneira tão simples. “Algumas estatísticas apontam que até 90% das organizações do Brasil são familiares. Mesmo as grandes que têm ações negociadas em bolsas e estão na mão de uma ou mais famílias ainda fazem parte desta categoria”, esclarece.
Palestrante e Instrutor de Cursos Profissionalizantes da UNIOS - Escola de Treinamento Presta, também, consultoria e assessoria empresarial para o Segmento de Serviços - Terceirização, focados nas áreas de: Asseio e Conservação.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
14 Dicas fundamentiais para quem tem um negócio em casa
14 dicas fundamentais para quem tem um negócio em casa
Conheça os detalhes que fazem a diferença
Extraído Da redação da Revista PEGN.

As sugestões abaixo foram obtidas com professores e consultores da FGV, do Ibmec e do Sebrae e a partir do livro 101 Maneiras de Ganhar Dinheiro Trabalhando em Casa, de Dan Ransey. Confira.
1) Antes de começar qualquer negócio, procure conhecer a fundo o ramo em que pretende investir. Analise a concorrência na região, faça cursos, vá a feiras e seminários, pesquise produtos e serviços similares na internet, identifique seus futuros clientes e suas necessidades. E, claro, faça um plano de negócios
2) Fique atento às questões de zoneamento, higiene e saúde, em geral rigorosas para quem atua nas áreas de alimentos e cosméticos. Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza são algumas das cidades do país que têm legislação específica para quem trabalha em casa. Verifique a legislação que rege o zoneamento do bairro onde você mora e veja se há qualquer impedimento para a abertura de empresa em casa
3) Não se esqueça de pedir o alvará de funcionamento na prefeitura de sua cidade
Leia MaisMeu escritório em casa, vantagens e desafios
Oito dicas para quem trabalha em casa
Empresárias contam como montaram a empresa dentro de casa4) Solicite um segundo alvará ao órgão responsável pela vigilância sanitária, caso você pretenda trabalhar com alimentos. A legislação tem regras rígidas: a cozinha, por exemplo, não pode ser a mesma usada por moradores; precisa ser instalada em área independente, com azulejos até o teto e piso impermeabilizado, entre outros itens
5) Procure instalar uma entrada independente para receber clientes, fornecedores ou mesmo para a entrada de funcionários. Isso dá um ar mais profissional ao negócio. Não há nada pior do que atravessar a sala, onde a criançada está na maior folia ou a família está se alimentando, para chegar ao balcão de uma empresa
6) Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Sua família não precisa compartilhar sua rotina profissional. Prepare um espaço (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio. Use os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial
7) Planeje com cuidado o espaço da casa que você ocupará para trabalhar, até mesmo adotando tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas
Conheça os detalhes que fazem a diferença
Extraído Da redação da Revista PEGN.
As sugestões abaixo foram obtidas com professores e consultores da FGV, do Ibmec e do Sebrae e a partir do livro 101 Maneiras de Ganhar Dinheiro Trabalhando em Casa, de Dan Ransey. Confira.
1) Antes de começar qualquer negócio, procure conhecer a fundo o ramo em que pretende investir. Analise a concorrência na região, faça cursos, vá a feiras e seminários, pesquise produtos e serviços similares na internet, identifique seus futuros clientes e suas necessidades. E, claro, faça um plano de negócios
2) Fique atento às questões de zoneamento, higiene e saúde, em geral rigorosas para quem atua nas áreas de alimentos e cosméticos. Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza são algumas das cidades do país que têm legislação específica para quem trabalha em casa. Verifique a legislação que rege o zoneamento do bairro onde você mora e veja se há qualquer impedimento para a abertura de empresa em casa
3) Não se esqueça de pedir o alvará de funcionamento na prefeitura de sua cidade
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Oito dicas para quem trabalha em casa
Empresárias contam como montaram a empresa dentro de casa4) Solicite um segundo alvará ao órgão responsável pela vigilância sanitária, caso você pretenda trabalhar com alimentos. A legislação tem regras rígidas: a cozinha, por exemplo, não pode ser a mesma usada por moradores; precisa ser instalada em área independente, com azulejos até o teto e piso impermeabilizado, entre outros itens
5) Procure instalar uma entrada independente para receber clientes, fornecedores ou mesmo para a entrada de funcionários. Isso dá um ar mais profissional ao negócio. Não há nada pior do que atravessar a sala, onde a criançada está na maior folia ou a família está se alimentando, para chegar ao balcão de uma empresa
6) Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Sua família não precisa compartilhar sua rotina profissional. Prepare um espaço (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio. Use os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial
7) Planeje com cuidado o espaço da casa que você ocupará para trabalhar, até mesmo adotando tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Nauri Amorim - Consultor de Negócios - www.otzgroup.com.br: A Escolha da empresa Prestadora na hora da Terceir...
Nauri Amorim - Consultor de Negócios - www.otzgroup.com.br: A Escolha da empresa Prestadora na hora da Terceir...: "'A ESCOLHA DA EMPRESA PRESTADORA NA HORA DA TERCEIRIZAÇÃO' Outro dado que vale a pena analisar é de que forma a companhia escolhe um..."
A Escolha da empresa Prestadora na hora da Terceirização
"A ESCOLHA DA EMPRESA PRESTADORA NA HORA DA TERCEIRIZAÇÃO"
Outro dado que vale a pena analisar é de que forma a companhia escolhe um futuro parceiro quando quer terceirizar serviços dentro do seu ambiente organizacional. A grande maioria (45%) aponta para a "Qualificação técnica dos profissionais" desta prestadora de serviços. Entretanto, há outros quesitos importantes verificados. Se você é um fornecedor e deseja vender um serviço (ou caso você seja um gestor que também deseja implantar a terceirização de forma competitiva e acertada), atente para essas informações:
* PELA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE SEUS PROFISSIONAIS: 45%
* PELO EMPREGO DE TECNOLOGIA: 35%
* CONHECENDO OS SERVIÇOS PRESTADOS EM OUTROS CLIENTES: 31%
* PELO MENOR PREÇO: 28%
* POR APRESENTAR CERTIFICADO DE QUALIDADE: 21%
* PELA QUALIDADE COMPROVADA (VERIFICAÇÃO JUNTO A OUTROS CLIENTES): 19%
* PELO SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONSTANTE DO SEU DESEMPENHO: 17%
* PELA LISTA DE CLIENTES: 13%
* POR ESTAR PRÓXIMA A SUA EMPRESA: 8%
* ATRAVÉS DA SIMPLES INDICAÇÃO: 3%
Fonte: INFRA Facility / Property -pág 20 - Ano 10 nº 122 - jul/2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Estou formado, e agora? Veja os próximos passos rumo a uma carreira bem-sucedida
Estou formado, e agora? Veja os próximos passos rumo a uma carreira bem-sucedida
Não são raros os casos de estudantes que saem da faculdade sem saber o que fazer nem quais são as possibilidades que têm.
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney
Foram cinco anos e meio de estudos para, enfim, terminar o curso de Administração na Universidade do Estado de Santa Catarina. Quase no fim da empreitada, além do esforço, Renata Moreno, 23, também teve de lidar com a ansiedade. O que fazer depois que tudo terminar? Quais passos seguir rumo a uma carreira de sucesso, depois de passar pela graduação?
Para a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Juliana Saldanha, não existem regras, receitas ou fórmulas a serem seguidas pelos recém-formados. Existem possibilidades. “Esse jovem precisa focar sua carreira para determinada aérea. Precisa saber ao menos o que não quer”, acredita.
Renata teve sorte. Formou-se em julho e já conseguiu passar em um processo seletivo de uma grande empresa para trabalhar na área que queria em São Paulo. E um fato que evitou que a sensação de estar perdida se prolongasse para depois da formatura foi a estudante ter ficado atenta às opções que sua área oferecia ainda na faculdade. “Eu participei da empresa júnior por um ano e foi ali que comecei a gostar da área de consultoria”, conta.
E agora?
Contudo, não são raros os casos de estudantes que saem da faculdade sem saber o que fazer. E quais são essas possibilidades que tanto falam. Para os perdidos de plantão, há um roteiro de passos para se tirar da cabeça a pergunta “O que eu vou fazer agora?”. O primeiro deles é o mais difícil, porém, essencial. Definir a área de atuação.
“Elencar, dentro do escopo de sua formação, quais as áreas que mais o agradam, que foram objeto de seu estudo e apresentação de trabalhos durante a graduação é o mais importante”, ressalta a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa especializada em gestão de carreira e recrutamento online, Andreza Santana.
Ficar atento desde cedo, como fez Renata, para evitar ansiedades futuras também é o principal conselho dado pelo gerente de Projetos do Grupo Foco, Rudney Pereira Júnior. “Fazer estágio, participar da vida acadêmica, tudo isso faz diferença porque você começa a perceber o que a sua área oferece”, diz.
Se você prestou atenção à sua atuação na faculdade, fica mais fácil definir. Se não fez isso, o melhor é pensar agora, mas com calma, para evitar arrependimentos quando a sua carreira tiver avançado. “Se você saiu da faculdade cheio de dúvidas, tem de amadurecer, analisar sua situação e dar um tempo para se autocriticar”, acredita Pereira.
Depois desse primeiro passo, é preciso estabelecer um plano de ação. “Faça uma lista das empresas ou organizações que contemplem suas demandas de carreira, ambiente, de desenvolvimento profissional no foco que escolheu”, afirma Andreza. Esse passo demanda tempo e paciência.
Esses primeiros passos devem ser feitos mesmo por aqueles que já se encontram no mercado de trabalho, pois os ajuda a perceber se a empresa onde estão supre essas necessidades. Juliana, porém, faz um alerta. “É preciso definir um foco sem restringir possibilidades”.
As possibilidades
Enquanto define o que quer e onde quer trabalhar, esses jovens não devem perder tempo e ficar parados. Invista em qualificações que o mercado exige de profissionais de todas as áreas. “O mercado está aquecido, mas para profissionais qualificados, por isso, invista em línguas, em cursos que você acredita que farão diferença no seu currículo”, disse Juliana. Além de investir na carreira, cursos, workshops e seminários são ótimos meios para fazer contatos. “São bons espaços para network, com amigos, professores”, reforça Pereira.
Depois de definido o foco, os caminhos começam a ficar mais definidos. Qual o próximo passo, então? “Colocar o currículo nos lugares certos”, afirma o gerente de Projetos. Agora é só esperar, certo? Não. “Paralelo ao processo de procura por vagas, esse jovem precisa investir em uma pós-graduação, que traz diferencial competitivo”, reforça Andreza.
Depois da graduação, uma especialização é uma das muitas possibilidades que o recém-formado tem para se manter competitivo. Muitos também pensam em MBA (Master Business Administration). “Nesses casos, fazer uma pós, em vez de um MBA, é melhor, porque o recém-formado não tem muita experiência para aproveitar bem um MBA”, diz Pereira. “Nessas horas, precisamos ser práticos e táticos”, ressalta.
Renata já sabe bem o que vai fazer. Ela sabe que a empresa onde irá atuar oferece a possibilidade de fazer a graduação de contabilidade. “Ter essa formação para a área de consultoria ajuda muito”, conta. Como já é formada em administração, essa nova graduação exigiria mais uns dois anos de estudo. Depois disso, ela deve investir em uma pós na área de gerenciamento de projetos.
“O cenário está favorável e as empresas devem contratar muito daqui para a frente. Então, caprichar no currículo e examinar cada passo de sua carreira e saber vender-se no mercado é imprescindível”, ressalta Andreza, da Monster. Juliana, do Grupo Soma, alerta que é preciso conter a ansiedade em se especializar, para evitar erros.
Visualizando um futuro
Se, mesmo com todos esses passos, ainda está difícil decidir, então, comece a pensar em como você quer se ver em um futuro próximo. Que posição pretendo ocupar? Em qual nível de poder aquisitivo eu quero chegar? Quero ser um consultor, empreendedor ou seguir carreira em uma empresa?
Para Andreza, o jovem profissional deve se fazer essas perguntas. “Essa auto-imagem vai facilitar o planejamento dos caminhos que ele deseja percorrer, como pessoa e como profissional”, acredita. “O fundamental mesmo é que ele invista em algo que goste, porque naturalmente terá mais dedicação. Os retornos financeiros virão como consequência desse prazer”.
FONTE: http://www.administradores.com.br
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Livro de Ruy Marra: Decolando para Felicidade
Sorte nas alturas.... O céu é o limite!! Pelo visto, já é !!! Abraços e até mais....
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